SO Express volta a ser destaque pela pontualidade em 2020

BOSTON – Uma coisa é inegável, a pandemia instituiu uma nova forma de trabalhar: o home office. Antes um padrão para empresas de tecnologia de ponta, como Microsoft e Apple, o sistema passou a fazer parte do dia a dia de empresários, executivos, corretores e vendedores de todos os segmentos. E algumas pessoas foram além. Saíram de seus países para viverem em locais mais calmos, mais próximos às famílias e conseguiram manter seus empregos.

Para isso elas optaram por mudanças gradativas. Alugaram casas, escolheram por cidades com melhor infraestrutura de saúde, educação e segurança e descobriram em empresas parceiras bons motivos para evitar o estresse.

É o caso de Luma Costa, vendedora de seguros, que depois de 13 anos morando em Boston retornou para Florianópolis, em Santa Catarina, no sul do Brasil. “Eu trabalhei anos em escritórios fechados, saindo apenas para visitar clientes. Mas ainda antes da pandemia eu já havia optado por contatos via internet, usando ligações por vídeo. Assim, tomava menos tempo do cliente e no final de uma semana minhas economias de tempo geravam mais oito horas úteis ou livres”, explica. “Isso era o que eu gastava no carro de um local para o outro. E me estressava com trânsito, achar estacionamento…”

Para dar conta dos negócios, manter a vida em dia, quando se opta em mudar a pessoa precisa pensar em todos os detalhes, desde o número de telefone até como materiais poderão chegar até seu novo endereço sem risco (ou pelo menos pouco) de extravio.

Especialistas aconselham ao uso de empresas de transporte com experiência no segmento de envio de volumes. Nos Estados Unidos, por exemplo, deve-se procurar por companhias que tenham seguro, certificado emitido pela Comissão Marítima Federal etc.

Essa movimentação pode ser sentida nos portos. No de Santos, o tráfego de contêineres representa 30% das movimentações. Das empresas ligadas a brasileiros que operam a partir dos Estados Unidos enviando caixas e contêineres, a SO Express Moving teve o maior destaque.

A empresa colheu os frutos de anos de investimento na segurança e logística, atingindo 100 por cento de eficiência nos últimos anos. Além de ser uma das poucas companhias com o certificado da Comissão Marítima Federal americana (uma espécie de autorização para cruzar os mares internacionais), ela atingiu os maiores índices também em pontualidade com mais de 98 por cento de suas cargas para o Brasil tendo chegado com prazo inferior a 60 dias.

“Nós operamos em praticamente todos os países, trazendo e levando mudanças. Em 2020 trouxemos contêineres da Europa e Ásia para os Estados Unidos, assim como enviamos para várias partes do mundo”, disse Sergio Oliveira, CEO da SO Express. “Nós entendemos o quão importante e difícil é para qualquer pessoa fazer uma mudança. Tratamos todas os envios como se fossem nossos.”

O grupo Manchete USA usou a SO Express para o envio de quatro caixas para o Brasil para a montagem de um estúdio e para atender a algumas famílias carentes. “Não fiquei impressionado com a qualidade do serviço porque já conhecia o padrão da SO Express. Mas o tempo de entrega inferior a 45 dias foi surpreendente. Precisávamos de algo rápido para atender a alguns de nossos locutores que transmitem direto do Brasil. Só que a entrega foi muito antes do que imaginávamos”, disse o jornalista Beto Moraes, diretor do grupo.

Com o escritório migrando para dentro de casa, os gastos com equipamentos, infraestrutura de trabalho e alimentação cresceram 2.140% entre janeiro e novembro do ano passado. É o que aponta os dados da Vee, startup de recursos humanos e serviços financeiros que trabalha com benefícios aos colaboradores.

Segundo o levantamento, só no mês de novembro, o crescimento com gastos para o home office cresceram 70% em relação ao mesmo mês do ano passado.

É nessa hora que a escolha correta de quem vai ajudar se torna fundamental. “Não podemos contar com atrasos ou problemas”, acrescenta Luma. “Morar em Santa Catarina e Nova York simultaneamente é prazeroso e confortante. Obrigado à tecnologia e às empresas que tornam isso possível”, finaliza.