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EUA dobram suas compras da pílula anticovid da Pfizer

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EUA dobram suas compras da pílula anticovid da Pfizer

WASHINGTON - Os Estados Unidos vão dobrar sua compra inicial do tratamento anticovid do laboratório Pfizer, passando de 10 para 20 milhões, indicou o governo nesta terça-feira, 4. 

"Essas pílulas vão diminuir drasticamente as hospitalizações e mortes", prometeu o presidente Joe Biden antes de uma reunião com sua equipe dedicada à luta contra a pandemia.

"Já fizemos o maior pedido do mundo e agora estou duplicando", acrescentou. 

O Executivo americano desembolsou US$ 5,29 bilhões em seu pedido inicial de 10 milhões de tratamentos, que podem ser administrados em casa desde o início dos sintomas. 

Biden reiterou que se trata de "uma pandemia de não vacinados", em um momento em que os Estados Unidos estão enfrentando uma nova onda de casos de covid-19 como resultado da disseminação da variante ômicron.

"Preocupe-se com a ômicron, mas não se assuste", declarou o chefe de Estado. Se "você não está vacinado (...) tem gente que vai morrer, morre desnecessariamente".

A pílula contra Covid-19 da gigante dos EUA foi autorizada para uso emergencial em 22 de dezembro pela Food and Drug Administration (FDA), a principal agência de saúde do país. O antiviral pode ser administrado a pacientes de alto risco a partir dos 12 anos.

O tratamento da Pfizer, comercializado sob o nome de Paxlovid, consiste em uma combinação de dois comprimidos tomados duas vezes ao dia durante cinco dias, desde o diagnóstico e dentro de cinco dias após o aparecimento dos sintomas, diz a FDA. 

De acordo com testes clínicos, o medicamento do laboratório americano pode reduzir em 88% as hospitalizações e mortes em pessoas sob risco, desde que seja tomado nos primeiros cinco dias após o início dos sintomas. 

As autoridades de saúde dos EUA também autorizaram com urgência um tratamento do laboratório Merck, destinado a adultos de alto risco.

(Com AFP)

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