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Ômicron ensina lições difíceis e escolas nos EUA adiam retorno às aulas presenciais

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Ômicron ensina lições difíceis e escolas nos EUA adiam retorno às aulas presenciais

WASHINGTON - Muitas escolas dos Estados Unidos que normalmente receberiam de volta os estudantes em salas de aula nesta segunda-feira, 3,  estão adiando suas datas de reinício, correndo para testar alunos e professores e se preparando, como um último recurso, para voltar ao ensino remoto enquanto os números de casos de Covid-19 batem recordes por causa da variante Ômicron do coronavírus. 

Em Washington, D.C., todos os funcionários e 51 mil estudantes de escolas públicas precisam enviar um resultado negativo de teste ao website do distrito escolar antes de voltar às aulas na quarta-feira. Os testes feitos antes de terça-feira não serão aceitos. Os pais podem retirar testes rápidos nas escolas ou utilizar seus próprios testes. 

Iniciativas semelhantes acontecem na Califórnia, que prometeu oferecer kits de testes caseiros e gratuitos para todos os 6 milhões de alunos entre 6 e 12 anos de idade que estudam na rede pública estadual. 

"Há muita Covid lá fora... vai ser um início turbulento", disse Michelle Smith McDonald, diretora de Comunicações e Assuntos Públicos para o Gabinete de Educação do Condado de Alameda. 

Os novos casos de Covid-19 chegaram a níveis recordes de 400 mil novas infecções por dia em média devido à natureza altamente transmissível da Ômicron. Especialistas sanitários prevêem que ainda mais pessoas irão testar positivo após as reuniões de final de ano, levando a milhões de pessoas ao isolamento ou quarentena nas próximas semanas. 

Escolas desde Massachusetts a Michigan até o Estado de Washington estão adiando o retorno às salas de aula em alguns dias e pedindo que alunos e professores utilizem esse tempo para se testarem para a Covid. 

(Com Reuters) 

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