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O que se sabe sobre ataque a tiros que deixou sete mortos em Walmart da Virgínia

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O que se sabe sobre ataque a tiros que deixou sete mortos em Walmart da Virgínia

CHESAPEAKE - Um tiroteio matou sete pessoas — incluindo o próprio atirador — na noite de terça-feira (22) em um supermercado da rede Walmart em Chesapeake, na Virgínia, informou a polícia.

Acredita-se que o próprio gerente da loja tenha aberto fogo e depois apontado a arma contra o próprio corpo e disparado.

A conta oficial da cidade de Chesapeake escreveu no Twitter que "a polícia confirma um incidente com atirador com mortes no Walmart".

Ainda não se sabe o motivo do ataque, que aconteceu às 22h12 de terça-feira do horário local.

O porta-voz do departamento de polícia de Chesapeake, Leo Kosinski, disse que o tiroteio teria acontecido dentro da loja e que há apenas um suspeito.

A rede Walmart afirmou estar "chocada com este trágico evento" e que "trabalha em estreita colaboração com as autoridades".

A expectativa é de que a polícia Chesapeake divulgue mais informações sobre o avanço das investigações ao longo do dia.

Fotos postadas nas redes sociais mostram um grande número de policiais no local. Um vídeo publicado na internet mostra uma pessoa que seria testemunha do incidente — vestida com o uniforme do Walmart — descrevendo o que aconteceu.

O homem conta que havia saído da sala dos funcionários da loja, na qual um gerente entrou e abriu fogo.

"Infelizmente, perdemos alguns de nossos colaboradores", ele acrescentou, esclarecendo que não sabia quantos de seus colegas haviam sido baleados.

De acordo com a rede de televisão local WAVY-TV, o porta-voz do Sentara Norfolk General Hospital disse que cinco vítimas do ataque foram internadas.

Uma mulher contou também à WAVY-TV que seu irmão, um funcionário de 20 anos do supermercado, teria sido baleado apenas 10 minutos depois de chegar para trabalhar.

Ela disse que o irmão tinha conseguido falar com parentes e enviar mensagens de texto — o que, segundo ela, era "reconfortante".

Outra mulher, chamada Joetta Jeffery, contou à rede americana CNN que sua mãe estava dentro da loja na hora do ataque e que tinha conseguido enviar mensagens de texto.

Jeffrey afirmou que a mãe não tinha sido ferida, mas estava em estado de choque.

Mark Warner, senador democrata pela Virgínia, tuitou que estava "mal com as notícias de mais um massacre".

A senadora do Estado L. Louise Lucas, também democrata, acrescentou que estava "completamente arrasada".

"Não vou descansar até encontrarmos as soluções para acabar com essa epidemia de violência armada em nosso país", escreveu no Twitter.

O ataque da noite de terça-feira aconteceu apenas dias depois de um homem armado ter aberto fogo em uma boate LGBT no Estado do Colorado, matando cinco pessoas e ferindo outras 17.

(Com BBC) 


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